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Prêmio Coopetrol homenageia presidente do Sindestado-RJ
16-09-2013

Neste ano, o Prêmio Coopetrol na categoria Nacional será entregue a Ricardo Lisbôa Vianna, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência no Estado do Rio de Janeiro (Sindestado-RJ). Ele será agraciado no Baile do Revendedor, que ocorre em 28 de setembro, durante o 16º Congresso Nacional de Revendedores de Combustíveis e do 15º Congresso de Revendedores de Combustíveis do Mercosul l, em Gramado.

Há 24 anos no segmento da revenda de combustíveis, Vianna já ocupou diversos cargos em entidades do setor. Embora tenha duas graduações – em Engenharia de Operação-Eletrônica e Engenharia Elétrica –, e tenha trabalhado como engenheiro na empresa Telecomunicações do Estado do Rio de Janeiro, Vianna sempre pensou em migrar para outra área: o ramo comercial. Uma das primeiras experiências foi à frente de um restaurante e lanchonete no Centro de Niterói, em 1985, atividade que durou apenas um ano. Segundo ele, a “grande guinada” aconteceu em 1989, quando ingressou na revenda de combustíveis. “Meu primeiro estabelecimento no ramo foi o Posto Fonseca, da extinta Atlantic, na Zona Norte de Niterói. Dali em diante, não parei mais”, conta. Atualmente, também preside a RJ Combustíveis, central de compras de produtos e serviços voltada para revendedores fluminense.

Vida sindical - Em 1991, Vianna se aproximou do universo sindical como membro da diretoria do Sindestado, função que exerceu até o ano de 1997, quando assumiu o cargo de presidente, posição que ocupa até hoje. Desde 2001, é diretor-tesoureiro da Fecombustíveis. Ele integra também o Comitê de Gás Natural Veicular do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) e o Grupo de Trabalho para estabelecimento das especificações técnicas junto ao órgão ambiental estadual.

Experiência na área - Há bastante tempo no ramo varejista de combustíveis, Vianna viu diversas mudanças ocorrerem, como a guerra de preços e o período de crescimento de casos de adulteração de produtos e sonegação fiscal (logo após a desregulamentação do mercado), as preocupações ambientais com a Resolução 273 do Conama, os carros flex, a criação da ANP, a disseminação do Gás Natural Veicular, o “boom” das lojas de conveniências no País e a mudança no perfil do consumidor. Entre os vários acontecimentos, o dirigente destaca, no entanto, a “disparada” dos postos de bandeira branca. “Foi um verdadeiro divisor de águas em nosso mercado”, avalia o homenageado.  

Sobre o setor de combustíveis a curto e médio prazos, no Brasil, Vianna é temeroso, pois acredita que, como as exigências dos órgãos governamentais estão cada vez maiores, elas acabam acarretando mais despesas para que o revendedor possa se  “manter adequado ao verdadeiro emaranhado de leis, portarias, decretos e resoluções que, hoje, constituem um assustador plano de fundo para a categoria como um todo.” Ele destaca que, para ficar em dia com tudo o que é exigido, o revendedor precisa se cercar de exército de consultores e prestadores de serviços, além de máquinas, equipamentos e tecnologias que, muitas vezes, se tornam obsoletas antes mesmo que terminem de ser pagas.

Troféu Coopetrol - Casado desde 1984 com Virgínia Doyle, com quem tem uma filha, Moema, de 25 anos, Vianna agradece a homenagem, que considera ser também de todo o empresário da revenda. “Tenho a clareza de ver neste gesto do Sulpetro uma homenagem não apenas a mim, Ricardo, mas extensiva a todos os companheiros que estão na mesma luta, em todos os pontos do Brasil, à frente dos seus sindicatos, das suas associações regionais e mesmo na Federação, cedendo seus esforços, seu tempo, suas energias – e, não raro, sacrificando seus negócios pessoais – em prol dos legítimos interesses da revenda”, comenta. Na opinião dele, este é um permanente exercício de desprendimento e de cidadania.

 




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