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Passada a crise, setor voltará a investir, afirma presidente da Fecombustíveis
14-12-2015

Newsletter Sindicom

Em entrevista exclusiva para a Newsletter Sindicom, Paulo Miranda, presidente da Fecombustíveis – Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes, confirma que o cenário de desaceleração da economia brasileira impactou o setor de revenda. “Considero que vamos ficar no zero a zero”, afirma. “Mas se compararmos a revenda com outros setores da economia, nosso desempenho não foi tão ruim”, observa.

Para o executivo, passada a crise, o setor voltará a investir em novos negócios e na ampliação da rede de postos. Enquanto isso, a prioridade para a Fecombustíveis – entidade que representa os interesses de cerca de 40 mil postos revendedores de combustíveis que atuam em todo o território nacional, 370 TRRs e 57 mil revendedores de GLP, além do mercado de lubrificantes – é o acompanhamento dos projetos de lei e outras regulamentações importantes para o segmento. “Estamos com uma legislação muito severa para ser cumprida”, afirma Miranda.

Qual o balanço que o senhor faz do setor de revenda de combustíveis em 2015?

Sempre tivemos um crescimento acima do PIB, aproximadamente 5% à frente. Para 2015, considero que vamos ficar no zero a zero. Se compararmos a revenda com outros setores da economia, nosso desempenho não foi tão ruim.

Na sua opinião qual o horizonte para o setor de revenda de combustíveis para os próximos anos?

Nos próximos anos, assim que a crise passar, seguiremos nosso planejamento habitual. Voltaremos a investir em novos negócios, ampliaremos nossa rede de postos para permanecer em crescimento em nossa atividade.

Que temas de interesse da revenda merecerão destaque em 2016?

Estamos com uma legislação muito severa para ser cumprida e vamos cuidar, prioritariamente, das normas legais e das relações institucionais, enquanto esperamos o Brasil sair da crise. Está em nosso foco de atuação, por exemplo, o acompanhamento da implementação dos pontos de parada, os projetos de leis que proíbem a venda de bebidas alcoólicas nas lojas de conveniência, a tabela de preço do cigarro e o acompanhamento da atuação da ANP em relação à Resolução 41/2013, que determina, aos postos de combustíveis do país, a apresentação da Licença de Operação e o Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros.




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