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A fórmula (ou não) para a felicidade
30-07-2013

O que move  – ou o que deixa de mover – as pessoas para serem mais felizes? Bens materiais, sucesso profissional, saúde plena ou uma família constituída? Uma vida feliz não é ausência de problemas, mas, sim, saber lidar com eles. A definição é do Life Coach Gabriel Carneiro da Costa, que estará no XVI Congresso Nacional de Revendedores de Combustíveis e o XV Congresso de Revendedores de Combustíveis do Mercosul, que acontece de 26 e 29 de setembro, em Gramado.

Graduado em Relações Públicas e com formação em Personal & Professional Coach, pela Sociedade Brasileira de Coaching, ele desenvolveu diversos estudos a respeito das relações humanas, felicidade, equilíbrio e sentido de vida, passando pelas áreas de Psicologia Positiva, Neurolinguística, Análise Transacional e Coaching Parental.

“Uma vida feliz é quando, no final da semana, eu passo a régua e as minhas ações e meus resultados fizeram sentido, me fizeram bem, e me empurram para frente”, comenta o palestrante, que também é autor do livro O Encantador de Pessoas, no qual retrata os dilemas contemporâneos na busca pela realização pessoal e pela felicidade autêntica. Entre os dilemas que impactam na satisfação pessoal, ele cita carreira, dinheiro, casamento, sexo, filhos e saúde. “Mas se tivesse que definir um único ponto como principal, é justamente a busca pela melhor forma de equilibrar todos estes pontos e se sentir melhor”, explica.

Costa acrescenta que uma das maiores dúvidas das pessoas é como ter uma vida equilibrada, mas que nem elas mesmas sabem responder. Segundo ele, o ponto de partida para se resolver um dilema é ampliar a consciência de como se quer viver diante de algo que se considera um dilema.

Felicidade no mundo dos negócios – O Life Coach alerta que mercados extremamente competitivos, como o da revenda de combustíveis, exigem maior esforço e dedicação. “Além disso, o fato de ser empresário aumenta a pressão por resultados, o que costuma gerar muito desgaste em uma vida mais saudável”, analisa. Ele destaca, no entanto, que cada um se coloca no jogo que quer jogar, onde a competitividade, os concorrentes, fornecedores e governos promovem cenários que o empresário tem influência, mas não tem gestão, podendo apenas gerir suas próprias ações. “A questão é: que empresário quero ser diante de um mercado competitivo? Não há resposta certa ou errada, há apenas a resposta que faz sentido para cada um”, conclui.

Os Congressos, promovidos pelo Sulpetro, reúnem palestras, debates, painéis e feira de negócios. Tendências e tecnologias para o setor varejista de combustíveis são apresentadas para empresários de diferentes países da América Latina. Mais informações: (51) 3228-7433.




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